A campanha presidencial virou uma discussão sobre o passado. Se houve lobby, se houve estupro, se houve tráfico de influência, se houve corrupção, se houve proteção, se houve interferência, se houve vazamento…
O que eles fizeram, claro, é importante, mas centrar o debate no passado e esquecer do futuro não vai nos tirar do lugar.
O Brasil hoje é uma potência regional cujo momento global lhes dá a oportunidade histórica de se reposicionar economicamente para fora e para dentro do país.
Desenvolvendo, por exemplo, uma cadeia produtiva a partir de vastas riquezas que possuímos e que hoje são centrais no contexto geopolítico como petróleo, minerais críticos e alimentos.
O que fazer com essas commoditties está completamente ausente da campanha. Assim como está ausente a discussão sobre como ajustar as contas do país, sobre crescimento e desenvolvimento.
A campanha presidencial até agora olha para trás e foca em quem é o menos pior.










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