Segundo José Preto, tesoureiro da Junta de Freguesia de Rio de Onor, “estavam inicialmente inscritas 2.000 e tal pessoas” para a observação no Parque Natural de Montesinho.
A observação foi cancelada nesse local e o público foi direcionado para o aeródromo de Bragança. “A grande razão foi o risco de incêndios”, explicou José Preto, mas “olhando para a dimensão que o eclipse tomou, acredito que foi realmente a melhor opção.”
Apesar da alteração, a aldeia continua a receber visitantes. José Preto estima que deverão chegar “algumas centenas” de pessoas, muito acima do movimento habitual. Cerca de 150 militares no terreno
A GNR montou um dispositivo composto por cerca de 150 militares de diferentes valências.
Segundo o major Hernâni Martins, estão envolvidos elementos do dispositivo territorial, trânsito, investigação criminal e da Unidade Especial de Proteção e Socorro.
O dispositivo inclui ainda reforço das comunicações através de uma antena SIRESP e articulação com o ICNF e com a autarquia.
“O objetivo é apenas um: proporcionar segurança aos milhares de cidadãos que se deslocam até à nossa região para ver o eclipse solar”, afirmou o responsável da GNR.
A presença policial começou a fazer-se sentir em Rio de Onor ainda na noite de terça-feira, com várias patrulhas na aldeia.
Observação transferida para o aeródromo de Bragança
As autoridades lembram, no entanto, que o fenómeno pode ser observado a partir de vários pontos da região e o aeródromo de Bragança passou a ser o principal espaço organizado para a observação.
Para quem vive em Rio de Onor, o dia representa uma mudança radical no ritmo habitual da aldeia. José Preto vai assistir ao fenómeno na própria aldeia.
“Eu vou estar aqui. Que voltem para o próximo daqui a 100. Cá estamos para receber novamente”, afirma.









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