
Foto: Divulgação / Olimpíadas Especiais Brasil.
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Existe felicidade no futebol brasileiro e orgulho para aplaudir o desempenho da nossa seleção masculina longe dos holofotes e dos milhões de dólares da Fifa, sem ‘odds’ ou remadas vikings, muito menos ‘Wonderwall’ em coro inglês.
O Brasil venceu pela primeira vez a Copa Mundial de Futebol Unificado Special Olympics – Paris 2026, disputada na semana passada. Invicto na competição, o time brasileiro concluiu a participação vencedora no último sábado, 11/7.
Nossa equipe enfrentou Jamaica, França e Senegal na fase de grupos, Emirados Árabes Unidos na semifinal e venceu o Equador por 1×0, conquistando a competição.
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Foto: Divulgação / Olimpíadas Especiais Brasil.
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O torneio adotou a metodologia de Esportes Unificados. Entre 11 atletas, há seis com deficiência intelectual e cinco sem deficiência, chamados de atletas-parceiros.
A seleção brasileira foi organizada pelas Olimpíadas Especiais Brasil, com jogadores de Campos dos Goytacazes (RJ), composta por 16 atletas, além da comissão técnica, médica e chefia da delegação. O grupo foi apoiado pela Adidas, que forneceu materiais esportivos, incluindo o uniforme.
Na edição anterior, Detroit 2022, o Brasil ficou com o bronze.
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Foto: Divulgação / Olimpíadas Especiais Brasil.
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Delegação
Goleiros: Gabriel Gama – atleta
Defensores: Pedro Henrique Nogueira – atleta e capitão da equipe, John Harison Santos – atleta, Kaique do Desterro – atleta, Pedro Henrique Paschoal – atleta, João Vitor Ramos – atleta-parceiro e co-capitão da equipe
Meio-campistas: Izaque Santos – atleta, Samuel de Campos – atleta-parceiro, Lucas Coutinho – atleta-parceiro, Nicolas Rangel – atleta-parceiro, Márcio Talon – atleta-parceiro
Atacantes: Daniel Rodrigues – atleta-parceiro, Luan da Silva – atleta, Matheus Andrade – atleta, Sávio da Silva – atleta, Sergio Miguel Silva – atleta-parceiro
Técnico: Guilherme da Cruz
Assistente: Itallo Coutinho
Médica: Flávia Magalhães
Chefe de delegação: Teresa Leitão
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