Jogadores do principal campeonato italiano envolvidos em rede de prostituição


Os nomes dos envolvidos não foram revelados, com o jornal “Gazzetta dello Sport” a adiantar que esta rede de prostituição operava em Milão sob a fachada de uma agência de eventos e que envolvia mais de cem raparigas e mulheres, italianas e estrangeiras.

A notícia revela que as mulheres eram contratadas como acompanhantes de luxo, promotoras de imagem, hospedeiras ou para acompanhar os clientes à mesa.

A investigação resultou na detenção domiciliária de quatro pessoas e chegou à conclusão que a rede era controlada por Emanuele Buttini, de 37 anos, e a companheira, Deborah Ronchi.

Entre os clientes habituais constavam um piloto de Fórmula 1, jogadores de hóquei em patins, celebridades e empresários, para além dos cerca de 50 jogadores de futebol. Todos os nomes foram ocultados no despacho judicial.

O uso de drogas era recorrente, concretamente a chamada droga do riso, substância química que provoca euforia sem deixar vestígios detetáveis em controlos antidoping.



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