Data de nascimento: 21 de agosto de 2000 Clube: Caykur Rizespor Posição: Guarda-redes Guarda-redes n.º 1 «No meu onze africano de sempre, teria Yahia Fofana na baliza» – são palavras do selecionador da Costa do Marfim, Emerse Faé. É um superlativo que demonstra a fé que o técnico tem em Fofana, após apenas três anos a trabalharem juntos. O guarda-redes chegou à estrutura da seleção em 2023 e é um produto da academia do Le Havre. Foi eleito o jogador da época no Angers, em 2024-25, antes de se mudar para a Turquia. Para os marfinenses, a sua defesa num penálti contra o Mali, nos quartos de final da Taça das Nações Africanas de 2023, que a Costa do Marfim venceu em casa, é o seu momento de maior glória. Os reflexos rápidos são a maior força do seu guarda-redes titular. Data de nascimento: 23 de janeiro de 1999 Clube: Panathinaikos Posição: Guarda-redes A primeira convocatória de Lafont, no ano passado, foi uma surpresa para a maioria, porque as suas ligações à Costa do Marfim não eram bem conhecidas. O guarda-redes esteve perto de uma chamada à seleção principal de França e também poderia ter jogado pelo Burkina Faso, o seu país de nascimento. A mãe de Lafont, que representou o Burkina Faso em andebol e mais tarde se tornou deputada, tinha pai marfinense. O jogador de 27 anos juntou-se à Costa do Marfim como n.º 2, mas está agora a pressionar fortemente Yahia Fofana pela titularidade. Com 1,96m, Lafont é confiante a sair aos cruzamentos e a sua envergadura cobre bem a baliza. Tem já uma longa e bem-sucedida carreira, com quase 300 jogos na Ligue 1 ao serviço de Nantes e Toulouse, tendo vencido a Taça de França. Passou a época de 2025-26 emprestado na Grécia. Data de nascimento: 7 de março de 2002 Clube: SC Charleroi Posição: Guarda-redes Terceira escolha entre os postes, este será mais um torneio para o jovem de 24 anos ganhar experiência na estrutura nacional. Tem estado perto da seleção principal desde 2024, após impressionar nas camadas jovens, mas ainda não somou qualquer internacionalização (à data em que este texto foi escrito). Com bons reflexos e velocidade a sair da linha de golo, Koné tem os atributos para se tornar titular um dia. Depois de ir à CAN em dezembro, afirmou-se como o n.º 1 do Charleroi nos meses finais da temporada belga. Formou-se na academia do Le Havre e fez a sua estreia profissional em janeiro de 2024. Data de nascimento: 17 de junho de 1997 Clube: Besiktas Posição: Defesa-central O antigo defesa do Wolves tem mais poder, físico e capacidade técnica do que o defesa-central comum. Agbadou é o pastor da seleção nacional e costuma exibir mensagens sobre a sua relação com Deus numa camisola interior por baixo do equipamento de jogo. «Badobre» é a sua alcunha – significa ‘búfalo’ na língua nativa de Agbadou, o bété – e continua a aguardar pacientemente pela sua grande afirmação na seleção. A sua primeira internacionalização aconteceu em 2020, mas ainda não se estabeleceu como titular e assistiu a partir de casa ao triunfo na CAN 2023. Este Mundial é uma oportunidade para se tornar um habitual internacional e dar seguimento a uma impressionante segunda metade de temporada na Turquia. Data de nascimento: 4 de janeiro de 2001 Clube: Atalanta Posição: Defesa-central Rocha defensiva O jogador de 25 anos tem todas as características de um defesa-central moderno: alto e forte, seguro com a bola e agressivo sem ela. Faz dupla com Evan N’Dicka na linha defensiva da Costa do Marfim desde 2024 e é uma parceria de betão – a equipa de Emerse Faé não sofreu um único golo em 10 jogos na qualificação para o Mundial. Depois de vencer títulos na Bélgica, com o Club Brugge, e na Alemanha, com o Bayer Leverkusen, a mudança em definitivo para a Atalanta no verão passado deu-lhe a oportunidade de melhorar outra faceta do seu jogo. «Na Serie A é muito importante estar taticamente desperto», afirmou. Data de nascimento: 4 de dezembro de 2003 Clube: Sporting Posição: Defesa-central O sereno defesa-central foi uma revelação pelas suas interceções e inteligência no quarteto defensivo quando chegou à seleção em 2022, conquistando rapidamente a titularidade. Perdeu espaço na hierarquia durante a Taça das Nações Africanas de 2023 e é agora a terceira ou quarta escolha para o eixo da defesa. No entanto, é um membro fiável do plantel e estará pronto se for chamado na América do Norte. A primeira experiência do jovem de 22 anos no futebol europeu aconteceu no Mafra. Agora está na mesa dos grandes da capital portuguesa com o Sporting e já venceu a Liga Portugal por duas vezes. Data de nascimento: 20 de agosto de 1999 Clube: Roma Posição: Defesa-central «Ministro da defesa» Ndicka teve três seleções à escolha no início da sua carreira. Nascido em França, filho de pai camaronês e mãe marfinense, acabou por optar representar a Costa do Marfim, em 2023, depois de alinhar por França desde os sub-15 até aos sub-23. Após dar os primeiros passos no futebol nos subúrbios parisienses, o defesa assinou pelo Auxerre aos 19 anos. Fiável e reservado, dentro e fora de campo, Ndicka é um líder nato. Conhecido como o «ministro da defesa», trouxe solidez à retaguarda da Costa do Marfim graças à sua regularidade. O único central canhoto na comitiva marfinense está a atrair o interesse de grandes clubes e estará na montra na América do Norte este verão. Data de nascimento: 17 de outubro de 2002 Clube: Estrasburgo Posição: Defesa-direito Canivete suíço Os marfinenses sabem sempre que Doué dará tudo pela camisola. O antigo internacional jovem francês, irmão mais velho de Désiré do PSG, optou por representar a Costa do Marfim no escalão de sub-23. «Desde pequeno que sempre quis jogar pela Costa do Marfim», diz. «A camisola laranja, o elefante. É a minha pátria. Tenho orgulho em vestir esta camisola. Fiquei muito orgulhoso quando contei ao meu pai». O canivete suíço…