Brasil x Noruega: Gabriel Magalhães e Haaland reativam rivalidade na Copa

Zagueiro do Arsenal e artilheiro do City se reencontram na Copa do Mundo O confronto de domingo (5) entre Brasil e Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, vai colocar frente a frente dois atletas que nutrem uma rivalidade intensa no futebol europeu. O zagueiro Gabriel Magalhães e o centroavante Erling Haaland, que costumam protagonizar duelos duros por Arsenal e Manchester City, serão os personagens centrais da disputa por uma vaga nas quartas de final, no MetLife Stadium. continua após a publicidade ➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte➡️ Brasil hexa? Simule todos os resultados da Copa do Mundo de 2026 A disputa individual é marcada por divididas fortes, provocações públicas e discussões ríspidas ao longo das últimas temporadas na Inglaterra. continua após a publicidade Haaland e Gabriel Magalhães acumulam discussões e disputas físicas intensas nos clássicos ingleses (Foto: Darren Staples / AFP) Histórico de desavenças entre Gabriel Magalhães e Haaland A rivalidade entre os dois jogadores começou a ganhar notoriedade em março de 2024, após um empate sem gols entre as equipes inglesas, quando ambos bateram boca após o encerramento do jogo. O ponto alto do desentendimento ocorreu em setembro do mesmo ano, quando Haaland arremessou a bola contra a cabeça de Gabriel Magalhães, que estava de costas, logo após o City marcar o gol de empate nos acréscimos. A resposta do defensor brasileiro veio em fevereiro de 2025, na goleada por 5 a 1 do Arsenal. Na ocasião, o zagueiro comemorou um gol gritando diretamente no rosto do norueguês. Posteriormente, em entrevista ao podcast Podpah, Gabriel admitiu que a atitude serviu como troco pela bolada recebida meses antes. continua após a publicidade O capítulo mais recente na Inglaterra Em abril deste ano, os atletas voltaram a se enfrentar em uma partida tensa vencida pelo City por 2 a 1. Haaland anotou o gol da vitória e manteve o combate físico com o brasileiro durante os 90 minutos. Em um dos lances, Gabriel encostou a cabeça no adversário, recebeu cartão amarelo e flertou com a expulsão. Após a partida, o atacante norueguês declarou à imprensa que o defensor brasileiro deveria agradecê-lo por não ter valorizado o choque, afirmando que uma simulação causaria o cartão vermelho. Haaland também exibiu arranhões no corpo após o jogo, mencionando o estilo agressivo do defensor. Respeito mútuo apesar do desgaste Apesar das seguidas discussões, os dois atletas já manifestaram admiração pelo nível competitivo do rival. Gabriel Magalhães classificou o camisa 9 da Noruega como o oponente mais difícil de marcar na Premier League. Por outro lado, Haaland elogiou o estilo de jogo do zagueiro brasileiro e ressaltou que aprecia os enfrentamentos físicos na área. Agora, os atletas deixam os clubes de lado para defender suas respectivas seleções em um cenário inédito. O vencedor do duelo individual dará um passo importante para manter seu país vivo na Copa do Mundo. 🔥 Aposte R$100 na Esportivabet e receba R$100 de volta se perder*É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável.  Source link

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O que a Copa do Mundo nos ensina sobre mobilidade urbana | Opinião

A Copa do Mundo é, para a mobilidade urbana, um dos maiores testes de estresse que uma cidade pode enfrentar. Levar os torcedores ao estádio significa transportar centenas de milhares de pessoas com segurança e pontualidade a um único destino, muitas delas pela primeira vez na cidade. Em 2026, esse desafio ganhou uma escala inédita, com um torneio que reúne 48 seleções (anteriormente eram 32) e 104 partidas disputadas em 16 cidades espalhadas por Estados Unidos, Canadá e México. Source link

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Mundial 2026. Quem veste as seleções fora do relvado – Observador

Também o Uruguai segue a linha de valorizar o local, ao entregar os uniformes formais à designer Gabriela Hearst. Especializada em moda de luxo sustentável, Hearst foi criada numa quinta de produção de lã merino no interior do país, em Paysandú. “É uma verdadeira honra poder participar deste projeto ao lado da AUF. Não só porque estou a trabalhar com a minha fibra favorita, a lã Merino uruguaia, ou com a minha seleção nacional, mas porque é uma grande oportunidade para demonstrar que os valores uruguaios de qualidade, autenticidade e integridade merecem ser partilhados com o mundo. Tem sido um sonho trabalhar com a AUF e a seleção nacional”, disse a designer, em comunicado. Quase todas as marcas que se associaram às seleções neste Mundial oferecem opções de peças iguais ou similares para venda ao público. É o caso das já citadas Loewe e Dunhill, por exemplo, mas também da coleção criada para a seleção francesa. O país berço da alta-costura não anunciou o fornecedor oficial de peças de alfaiataria, mas tem destacado a parceria entre a Nike e a casa de moda Jacquemus. A camisola pré-jogo, azul às riscas, está à venda online por 70 euros, em versão masculina e feminina. Há ainda opções para crianças, um desenho inspirado nas peças de manga longa dos guarda-redes, e coordenados de fato de treino em azul escuro e branco. Source link

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Casagrande é sarcástico sobre Memphis na Copa do Mundo: ‘Se poupou’

Holanda foi eliminada para o Marrocos A Holanda foi eliminada da Copa do Mundo após perder por 3 a 2 para o Marrocos nos pênaltis, e Walter Casagrande ironizou a participação de Memphis Depay no torneio. O jogador do Corinthians atuou somente durante 70 do total de 360 minutos dos quatro jogos da seleção europeia, que havia se classificado na primeira colocação do Grupo F com sete pontos, à frente de Japão, Suécia e Tunísia. continua após a publicidade ➡️Simule os jogos da Copa do Mundo! O camisa 10 se lesionou pouco antes do início da competição mundial, no dia 22 de março, durante o empate contra o Flamengo no Campeonato Brasileiro. O jogador teve um problema muscular que o fez ficar sob os comandos do departamento médico do Corinthians e, posteriormente, da seleção da Holanda. Ao longo da análise da partida feita por Casagrande, o ex-jogador classificou o duelo entre europeus e marroquinos como ‘incrível’ e ‘emocionante’. Porém, ao final da análise, não deixou barato para o meia-atacante. continua após a publicidade — Memphis Depay se poupou no Corinthians para jogar a Copa e agora se poupou na Copa para jogar no Corinthians. Essas estrelas! — disse Casagrande. Memphis Depay durante participação na Copa do Mundo 2026 (Foto: Francois Nel/Getty Images/AFP) Como foi o jogo que culminou na eliminação da Holanda da Copa do Mundo? Os primeiros minutos tiveram o Marrocos com mais posse de bola e melhor na partida. As duas principais chances pararam no goleiro Verbruggen. A primeira surgiu em um desvio de cabeça de Aynaoui, enquanto a segunda veio em uma finalização de fora da área de Hakimi. A Holanda respondeu na reta final, quando Van de Ven soltou uma bomba, mas Bono fez a defesa. continua após a publicidade Emoção até o último minuto Marrocos voltou para o segundo tempo ainda melhor e criou duas chances logo no início da etapa final, ambas com Hakimi. Na primeira, o lateral acertou uma bomba no travessão. Na segunda, o capitão saiu cara a cara com Verbruggen, mas Van de Ven deu um carrinho perfeito dentro da área e conseguiu desarmá-lo. No entanto, foi a Holanda quem abriu o placar. Em um lance rápido, Weghorst desviou de cabeça, Summerville ganhou na velocidade da defesa, e a bola sobrou para Gakpo marcar. Marrocos, no entanto, não desistiu e partiu para o ataque em busca do empate. Nos acréscimos, Talbi, que havia acabado de entrar, cruzou na cabeça de Diop, que, como um centroavante, empatou a partida. Prorrogação Na primeira parte da prorrogação, Marrocos teve grande chance quando Rahimi ficou cara a cara com o goleiro Verbruggen, que abriu os braços como um goleiro de futsal e fez uma grande defesa, salvando a Holanda. O segundo tempo da prorrogação foi protocolar, com as equipes arriscando pouco e praticamente sem chances claras de gol. Pênaltis Holanda Koopmeiners — ✅Kluivert — ❌Weghorst — ✅Timber — ❌Summerville — ❌ Marrocos El Aynaoui — ❌Kluivert — ✅Talbi — ✅Hakimi — ❌Saibari — ✅ 🤑 Aposte em jogos da Copa do Mundo! Clique e saiba mais!É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável Source link

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Zagueiro do Equador é segundo expulso pela ‘lei Vini Jr.’ na Copa

1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Hincapié tapa a boca para falar com Giménez durante jogo entre México e Equador na Copa do Mundo Imagem: Eurasia Sport Images/Getty Images O zagueiro Piero Hincapié, do Equador, se tornou o segundo jogador a ser expulso pela “lei Vini Jr.” durante a Copa do Mundo. O caso aconteceu durante a derrota para o México por 2 a 0, ontem, no estádio Azteca. O que aconteceu A expulsão aconteceu nos acréscimos do segundo tempo. O zagueiro equatoriano tapou a boca para falar algo ao mexicano Santiago Giménez durante uma discussão. O árbitro Slavko Vincic foi avisado pelo próprio jogador mexicano. Depois, ele foi chamado pelo VAR para ver o momento. Source link

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Duas pessoas morrem em festa da Copa do Mundo no México – 01/07/2026 – Esporte

Ao menos duas pessoas morreram na madrugada desta quarta-feira (1º) durante as celebrações em massa na Cidade do México pela classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo, informou o governo local. A Secretaria de Saúde da capital disse que uma jovem de 19 anos e um homem de 44 morreram por asfixia. A imprensa local menciona uma terceira vítima que ainda não foi confirmada pelas autoridades. Nesta terça-feira (30), o México venceu no estádio Azteca sua primeira partida de eliminação direta em Copa do Mundo em 40 anos, com uma vitória por 2 a 0 contra o Equador. O resultado garantiu à seleção mexicana a vaga nas oitavas de final. Mais de um milhão de pessoas se reuniram para celebrar nas ruas da Cidade do México, segundo estimativas da prefeitura. Copa 2026 A newsletter da Folha com o que você precisa saber sobre o Mundial sua assinatura pode valer ainda mais Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha? Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui). Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia. A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado! sua assinatura vale muito Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo? ASSINE POR R$ 1,90 NO 1º MÊS Source link

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Nepo babies da Copa: veja seleção de filhos de ex-jogadores do Mundial

A Copa do Mundo de 2026 conta com velhos sobrenomes conhecidos de volta ao cenário mundial, mas com novos protagonistas. Filhos de campeões, ídolos e jogadores que marcaram presença em edições anteriores do torneio estão nos gramados dos Estados Unidos, México e Canadá em busca de construir a própria história. A chamada geração de “nepo babies”, expressão usada para definir filhos de pessoas famosas que seguem caminhos semelhantes aos dos pais, também encontrou espaço no futebol. A partir desses laços familiares, é possível montar uma seleção completa de jogadores que chegaram ao Mundial com uma conexão direta com antigas Copas. A defesa dos herdeiros: goleiro e zaga carregam histórias de Mundial No gol, a camisa fica com Luca Zidane. Filho de Zinedine Zidane, o goleiro defenderá a Argélia na Copa de 2026. Nascido em 1998, Luca ainda era bebê quando o pai marcou dois gols na final contra o Brasil e liderou a França ao primeiro título mundial de sua história. A defesa com três zagueiros mistura diferentes gerações. Lee Tae-Seok, da Coreia do Sul, é filho de Lee Eul-Young, integrante do histórico time sul-coreano que chegou à semifinal da Copa de 2002. Ao lado dele aparece Mamadou Sarr, do Senegal, que tenta repetir o caminho do pai, Pape Sarr, jogador da seleção que surpreendeu o mundo ao eliminar a França na estreia do Mundial de 2002. O trio é completado por Tyler Bindon, da Nova Zelândia. O zagueiro de 21 anos entrou para uma história familiar curiosa: ele e a mãe, Jenny Bindon, foram a primeira dupla de mãe e filho a disputar edições organizadas pela FIFA. A goleira defendeu a seleção feminina neozelandesa nas Copas de 2007 e 2011. Meio-campo tem sobrenomes conhecidos e novas promessas No meio-campo, a Argentina aparece com dois representantes. Giuliano Simeone é filho de Diego Simeone, que disputou três Copas do Mundo pela seleção argentina. O pai ficou marcado no Mundial de 1998 pelo episódio envolvendo a expulsão de David Beckham nas quartas de final. Nico Paz, também argentino, segue os passos de Pablo Paz, zagueiro que esteve na Copa de 1998. Já Kristian Thorstvedt, da Noruega, terá a chance de disputar um Mundial no mesmo país onde o pai, Erik Thorstvedt, foi goleiro titular em 1994. Damian Bobadilla, do Paraguai, completa o setor. O jogador do São Paulo é filho de Aldo Bobadilla, goleiro que integrou as delegações paraguaias nos Mundiais de 2006 e 2010. Ataque reúne estrelas e filhos de personagens históricos No setor ofensivo, os nomes ganham ainda mais destaque. Marcus Thuram, da França, é filho de Lilian Thuram, um dos símbolos da geração campeã de 1998 e jogador também nas Copas de 2002 e 2006. Justin Kluivert, da Holanda, segue os passos de Patrick Kluivert, atacante que marcou contra o Brasil na semifinal do Mundial de 1998. A grande estrela da lista é Erling Haaland. O atacante norueguês ainda nem havia nascido quando o pai, Alf-Inge Haaland, disputou a Copa de 1994, justamente nos Estados Unidos. Além dos filhos: outros parentes que também chegaram à Copa A ligação familiar com a Copa de 2026 não aparece apenas entre pais e filhos. Alguns jogadores chegam ao torneio com parentes que também escreveram capítulos no futebol mundial. Marcos Llorente, da Espanha, é sobrinho-neto de Francisco Gento, uma das maiores lendas da história do Real Madrid e jogador espanhol em duas Copas do Mundo. Rani Khedira, da Tunísia, também carrega um sobrenome conhecido. O meio-campista é irmão mais novo de Sami Khedira, campeão mundial pela Alemanha em 2014. Curiosidade também fica por filhos de atletas que marcaram gerações, mas nunca alcançaram o Mundial. Como Abedi Pelé, pai de Jordan Ayew, que nunca disputou uma Copa do Mundo. Outro caso é de George Weah, pai do estadunidense Timothy Weah e vencedor da Bola de Ouro, mas que nunca teve a oportunidade de jogar com a Libéria no torneio. Outros filhos de jogadores de Copa que estão em 2026 A lista de herdeiros da Copa vai além da escalação principal. Outros jogadores do Mundial de 2026 também chegam ao torneio com a referência de pais que já viveram o maior palco do futebol. Angus Gunn, goleiro da Escócia, é filho de Brian Gunn, que defendeu a seleção no Mundial de 1990. Curiosamente, o pai enfrentou o Brasil naquela edição, em derrota por 1 a 0. Na Noruega, além de Haaland e Thorstvedt, Alexander Sørloth também carrega uma ligação com Copas. O atacante é filho de Gøran Sørloth, que disputou o Mundial de 1994. Francisco Conceição, de Portugal, também aparece na relação. O atacante é filho de Sérgio Conceição, que defendeu a seleção portuguesa no Mundial de 2002. Já Giovanni Reyna, dos Estados Unidos, é filho de Claudio Reyna, capitão norte-americano em quatro Mundiais. Sebastian Berhalter, também dos Estados Unidos, segue uma história familiar diferente: o pai, Gregg Berhalter, disputou Copas como jogador antes de comandar a seleção. A Copa de 2026, além da disputa pelo título, será palco de reencontros entre gerações. Alguns sobrenomes voltarão a aparecer no maior torneio de seleções do mundo, agora com novos donos da camisa. Source link

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Cobrado por Dembélé, Mbappé dobra esforço defensivo na Copa do Mundo

Camisa 10 é alvo costante de críticas pela postura nos clubes Carregando conteúdo exclusivo… Mbappé chegou à Copa do Mundo cercado por um debate que vai além dos gols, recordes e protagonismo ofensivo. Isso jamais foi dúvida. A pauta era: defesa. Antes mesmo da estreia da França, o camisa 10 admitiu que precisava evoluir defensivamente. A cobrança também apareceu no vestiário, com Ousmane Dembélé pedindo mais sacrifício sem a bola. Em campo, os números indicam que a resposta veio. continua após a publicidade ➡️Mbappé aniquila recordes em França x Suécia e segue invencível como titular em Copas do Mundo Segundo levantamento do Lance! em parceria com o Sofascore, Mbappé tem média de 2,8 bolas recuperadas por jogo nesta Copa. O número fica bem acima do que apresentou nas últimas temporadas por clubes: 1,5 em 2025/26, 1,3 em 2024/25 e 1,6 em 2023/24. O dado mais próximo de medir pressão alta também reforça a mudança de postura. Na atual Copa, Mbappé soma 2,8 posses ganhas no terço final por jogo. Nas últimas três temporadas, teve médias de 1,5, 1,3 e 1,3, respectivamente. continua após a publicidade Mbappé entrega mais na Copa do Mundo do que nos clubes A diferença não está apenas em ações defensivas tradicionais, como desarmes, cortes e interceptações. O levantamento mostra que o impacto de Mbappé sem a bola aparece principalmente na pressão alta e na recuperação de posse em zonas avançadas. Na Copa de 2026, o francês tem: 2,8 bolas recuperadas por jogo 1 desarme 40% de eficiência nos duelos 3 duelos ganhos por jogo 2,8 posses ganhas no terço final por jogo Em comparação com as temporadas de clubes, o salto é claro. Em 2025/26, pelo Real Madrid, Mbappé teve média de 1,5 bola recuperada por jogo e 1,5 posse ganha no terço final. Em 2024/25, os dois índices foram de 1,3. Ou seja: na seleção, o camisa 10 praticamente dobra a participação em ações ligadas à recuperação de bola e pressão no campo ofensivo. continua após a publicidade O campo fala Os números ajudam a sustentar a impressão visual, mas nada explica mais o futebol do que o campo. E, visualmente, a diferença de postura de Mbappé pela França em Copa do Mundo em comparação ao que se viu em recortes recentes por Real Madrid e PSG é evidente. Não se trata apenas de recompor em velocidade ou de voltar alguns metros para fechar espaço. A mudança mais visível está na reação imediata após a perda da posse. Seja quando erra uma jogada individual, seja quando um companheiro perde a bola, Mbappé tem mostrado outra atitude: acelera o primeiro movimento, tenta pressionar o adversário mais próximo e busca recuperar a posse antes que a jogada rival se desenvolva. Essa é uma diferença importante. Na última temporada pelo Real Madrid, lances em que o francês abandonava a jogada logo depois de perder a bola repercutiram negativamente e alimentaram críticas sobre sua participação sem a posse. Na França, nesta Copa, a imagem tem sido outra. O camisa 10 aparece mais conectado ao esforço coletivo. Padrão se repete nas Copas A leitura, porém, precisa de contexto. Os números de 2026 não representam uma mudança radical em relação às Copas anteriores. Eles mostram que Mbappé costuma aumentar o nível de entrega defensiva quando veste a camisa da França em Mundiais. Na Copa de 2022, o atacante teve média de 2,9 bolas recuperadas por jogo e 2,9 posses ganhas no terço final. Em 2018, quando foi campeão do mundo, marcou 2,7 nos dois quesitos. A diferença é que, em 2026, esse comportamento ganha mais peso pelo contexto recente. Mbappé vinha de cobranças sobre sua participação defensiva no Real Madrid e de questionamentos sobre sua função como centroavante. Agora, na Copa, aparece mais envolvido sem a bola. Cobranças antes da Copa De acordo com o “L’Équipe”, Dembélé teve conversas francas com Mbappé e pediu ao capitão da França um esforço defensivo maior na seleção do que no clube. A relação próxima entre os dois facilitou a cobrança. — Dembélé e Mbappé se conhecem perfeitamente e compartilham momentos de vida fora do campo. Podem trocar opiniões sobre assuntos táticos importantes. Nas últimas semanas, Dembélé não hesitou em passar ao capitão da França a mensagem de que ele deveria se sacrificar mais defensivamente na seleção do que no clube, para se alinhar com a mentalidade do grupo — publicou o jornal. Mbappé também reconheceu publicamente a necessidade de dar um passo adiante. Em entrevista ao “Le Parisien”, o atacante admitiu que precisava melhorar nesse aspecto. O tema surgiu de forma descontraída, quando seu irmão mais novo, Ethan Mbappé, perguntou se ele pretendia “defender ou pressionar algum dia”. — Ele defende muito mais do que eu — brincou Mbappé, antes de completar: — Sempre fui muito exigente comigo mesmo e acho que preciso dar um passo a mais nesse aspecto. É algo importante para qualquer equipe e eu tenho que fazer isso. Tudo precisa começar nesta Copa do Mundo, porque queremos conquistá-la. O atacante também explicou a diferença de mentalidade em relação a Ethan, que atua mais pelos lados do campo. — Ele precisa acompanhar o lateral até o fim da jogada e muitas vezes chega cansado para atacar. Para mim, é difícil imaginar estar cansado na hora de marcar um gol. Sempre pensei o contrário. Mas isso não significa que eu não deva ouvir as críticas, principalmente quando elas são construtivas — afirmou. Luis Enrique já havia cobrado Mbappé no PSG A cobrança por esforço sem a bola não é nova. Em trecho de documentário sobre o trabalho de Luis Enrique no PSG, o treinador espanhol aparece exigindo mais postura defensiva de Mbappé antes de um jogo contra o Barcelona pela Champions League. Na conversa, Luis Enrique citou Michael Jordan para pedir que o atacante desse exemplo aos companheiros. — Eu li que você gostava do Michael Jordan. Michael Jordan pegava os companheiros e se colocava para defender como um filho da p***. Você tem que dar esse exemplo como pessoa e…

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Velhos rivais, novo palco: Mané e De Bruyne duelam por vaga nas oitavas da Copa do Mundo

Bélgica e Senegal se enfrentam nesta quarta-feira, às 17h (horário de Brasília), em busca de uma vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. Em campo estarão dois protagonistas: Sadio Mané, pela seleção senegalesa, e Kevin De Bruyne, pela Bélgica. A rivalidade entre eles, no entanto, vai muito além do confronto desta quarta. Durante seis temporadas, se enfrentaram defendendo Liverpool e Manchester City, respectivamente, e protagonizaram alguns dos maiores duelos da Premier League. De Bruyne chegou ao Manchester City em agosto de 2015, contratado junto ao Wolfsburg, da Alemanha, por 52 milhões de libras. Menos de um ano depois, Mané desembarcou no Liverpool, vindo do Southampton, por 34 milhões de libras. Desde então, os dois estiveram frente a frente em partidas marcantes. Veja algumas: Um dos confrontos mais memoráveis entre eles aconteceu logo em setembro de 2017. O Manchester City goleou o Liverpool por 5 a 0, em uma atuação dominante comandada por De Bruyne, que distribuiu duas assistências. De Bruyne comemorando com Gabriel Jesus e Mendy — Foto: Divulgação Manchester City Pelo lado dos Reds, Mané acabou expulso aos 37 minutos do primeiro tempo após uma entrada forte no goleiro Ederson — sua única expulsão com a camisa do clube. Sadio Mané foi expulso após falta em Ederson — Foto: OLI SCARFF/AFP Um ano depois, foi a vez de Mané levar a melhor em um jogo histórico. O Liverpool venceu o City por 4 a 3 em Anfield, em uma das partidas mais emocionantes da Premier League. O senegalês marcou um belo gol de fora da área, enquanto De Bruyne contribuiu com uma assistência para os visitantes. Ainda em 2018, Mané voltou a ser decisivo nos confrontos entre as equipes, desta vez pelas quartas de final da Liga dos Campeões. No jogo de ida, em Anfield, fez o terceiro gol da vitória por 3 a 0. Na volta, sofreu o pênalti convertido por Mohamed Salah na vitória por 2 a 1. De Bruyne teve atuações discretas nos dois confrontos. Sadio Mané e Fernandinho no confronto de ida das quartas de final da Champions League — Foto: Divulgação Manchester City Em 2019, o Liverpool voltou a vencer o City em Anfield por 3 a 1, em duelo importante na campanha que culminou no título da Premier League. Mané marcou de cabeça o terceiro gol da equipe, enquanto De Bruyne passou em branco, sem gols ou assistências. Sadio Mané comemora gol do Liverpool contra o Manchester City — Foto: Glenn Pice/Liverpool FC A resposta do belga veio na temporada seguinte. Em julho de 2020, o Manchester City goleou o Liverpool por 4 a 0, e De Bruyne foi um dos destaques da partida, com um gol e uma assistência. De Bruyne converte o pênalti contra o Liverpool, em 2020 — Foto: Divulgação Manchester City Jogos em que ambos balançaram as redes também aconteceram. Foram dois empates por 2 a 2. Em 2021, Sadio Mané abriu o placar após assistência de Salah, e De Bruyne marcou o gol de empate. O chute do belga ainda contou com um desvio na defesa antes de entrar. O chute de Kevin de Bruyne que empatou a partida — Foto: Divulgação Manchester City Em 2022, foi o jogador do City quem marcou primeiro, logo aos cinco minutos de jogo. Já no primeiro minuto do segundo tempo, o senegalês marcou o gol que decretou o empate por 2 a 2 e deu números finais à partida. Com a camisa do Manchester City, De Bruyne conquistou mais títulos do que Mané pelo Liverpool. O belga soma 19 troféus: seis Premier Leagues, duas Copas da Inglaterra (FA Cup), cinco Copas da Liga Inglesa (EFL Cup), três Supercopas da Inglaterra (Community Shield), uma Liga dos Campeões da UEFA, uma Supercopa da UEFA e um Mundial de Clubes da FIFA. Kevin de Bruyne com as taças que conquistou com o Manchester City — Foto: Divulgação Manchester City Mané, por sua vez, levantou seis taças pelos Reds: a Liga dos Campeões (2018/19), a Premier League (2019/20), a Supercopa da UEFA (2019), o Mundial de Clubes da FIFA (2019), a Copa da Liga Inglesa (2021/22) e a Copa da Inglaterra (2021/22). Sadio Mané com a taça da SuperCopa da UEFA — Foto: Divulgação Liverpool Pelas seleções, porém, o cenário é diferente. Sadio Mané conquistou duas edições da Copa Africana de Nações com Senegal, em 2022 e 2025, enquanto Kevin De Bruyne ainda busca o primeiro título com a Bélgica. Sadio Mané comemora o título da Copa Africana das Nações de 2025 — Foto: Sebastien Bozon/AFP Bélgica e Senegal se enfrentam nesta quarta-feira, às 17h (de Brasília), pelos 16 avos de final da Copa do Mundo. A bola rola no Lumen Field, em Seattle, nos Estados Unidos. Os belgas chegam para o confronto após terminarem na liderança do Grupo G, com cinco pontos. Os senegaleses, por sua vez, somaram três pontos no Grupo I e avançaram ao mata-mata como um dos oito melhores terceiros colocados da competição. Source link

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Mundial de Futebol 2026 – Ludgero Barroso, antigo jogador em Lagos, sugere ao seleccionador Roberto Martínez o onze titular de Portugal frente ao Uzbequistão

“Vou ver o jogo Portugal-Uzbequistão na minha casa, em Lagos, com amigos e amigas.” É desta forma que Ludgero Barroso, antigo futebolista do Grupo Desportivo Amador de Lagos (GDAL) e do Centro de Educação Desportiva de Lagos, tendo atuado como defesa e médio, se prepara para assistir à segunda partida da seleção das ‘quinas’ nesta fase de grupos do Campeonato do Mundo de Futebol 2026. Agora, joga ‘walking football’, uma variante do futebol, que é “futebol a andar”, destinado à prática desportiva para pessoas com mais de 50 anos, no Clube Desportivo de Odiáxere, concelho de Lagos. Para já, disputa a Liga da Associação de Futebol do Algarve. Nesta entrevista ao ‘Litoralgarve’, Ludgero Barroso apresenta o ‘onze’ titular que, na sua perspectiva, poderia ser o ideal para a selecção portuguesa vencer a do Uzebequistão e aponta aquilo que falhou contra o Congo. Entende que Cristiano Ronaldo poderá ser mais influente se tiver bola e destaca Cabo Verde e Marrocos num primeiro balanço deste Mundial. José Manuel Oliveira Litoralgarve- Se estivesse no lugar do seleccionador nacional, Roberto Martínez, qual o onze inicial que escolheria para o jogo de Portugal frente ao Uzbequistão, nesta terça-feira, dia 23 de Junho? E porquê? Ludgero Barroso – Diogo Costa (guarda-redes), João Cancelo (defesa esquerdo), Diogo Dalot (defesa direito), Ruben Dias e Renato Veiga (defesas centrais), Vitinha, Bruno Fernandes e João Neves (médios), João Félix, Trincão e Cristiano Ronaldo, como avançados. Já agora, como suplentes: José Sá, Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Bernardo Silva, Rafael Leão e Gonçalo Ramos. E apostaria num sistema táctico de 4x3x3. Porquê este onze titular? A equipa de Portugal tem de ter mais posse de bola e ser mais ofensiva. “A equipa portuguesa não pode abordar os jogos com a leveza que tem demonstrado. O Uzbequistão vai lutar para vencer Portugal, pois encara este jogo como se fosse uma final.” “Não existem jogos fáceis, nem selecções acessíveis. Hoje, tudo é difícil no futebol.” “Se o jogo frente ao Uzbequistão corresse mal e não ganhássemos é que já seria grave. Um galo pode bater uma vez com a cabeça na parede; duas é que seriam demais. E não acredito que isso aconteça a Portugal.” Litoralgarve – Como antevê este jogo? O que espera da equipa do Uzbequistão? Ludgero Barroso – Espero um jogo difícil, tal como o anterior frente à selecção da República Democrática do Congo. A equipa portuguesa não pode abordar os jogos com a leveza que tem demonstrado. O Uzbequistão vai lutar para vencer Portugal, pois encara este jogo como se fosse uma final. Não existem jogos fáceis, nem selecções acessíveis. Hoje, tudo é difícil no futebol. O meu objectivo é que seja um Mundial positivo para a selecção portuguesa, que tem tudo para triunfar. Se o jogo frente ao Uzbequistão corresse mal e não ganhássemos é que já seria grave. Um galo pode bater uma vez com a cabeça na parede; duas é que seriam demais. E não acredito que isso aconteça a Portugal. Litoralgarve – O que falhou, em sua opinião, na partida da selecção portuguesa contra a da República Democrática do Congo? Qual o melhor jogador e o menos produtivo? Ludgero Barroso – Notou-se falta de agressividade na finalização. A equipa de Portugal teve muita posse de bola, mas não rematou o suficiente à baliza e, assim, não se conseguem golos. O melhor jogador? Na minha opinião, houve alguns mais influentes: o João Neves, pelo golo que marcou e o que jogou, o João Cancelo, pela movimentação em campo, e o Pedro Neto, pelo passe que efectuou para o golo de João Neves. O jogador menos produtivo? Prefiro não referir quem quer que seja. “A equipa tem de jogar é entre todos e não só para o Cristiano Ronaldo ou para qualquer outro jogador. Tem de ser o colectivo a funcionar.” Litoralgarve – Cristiano Ronaldo continua a ser um jogador influente? A equipa terá de jogar para ele? Ludgero Barroso – Frente ao Congo, Cristiano Ronaldo teve pouca bola e mesmo assim podia ter feito o golo que daria a vitória à selecção portuguesa. Ele continua a ser um jogador influente se tiver bola. A equipa jogar para Ronaldo? A equipa tem de jogar é entre todos e não só para o Cristiano Ronaldo ou para qualquer outro jogador. Tem de ser o colectivo a funcionar. Caso contrário torna-se difícil. Litoralgarve – Quais os jogadores que deveriam estar na selecção e que ficaram em Portugal por opção técnica? Ludgero Barroso – Pedro Gonçalves, António Silva e Ricardo Horta. Mas é difícil fazer escolhas numa selecção recheada dos melhores jogadores do mundo. E são tantos nesta geração de futebolistas, que é uma das melhores de todos os tempos. “Penso que as idas à praia foram mais para confraternização entre jogadores, num ambiente de lazer.” Litoralgarve – E o que pensa das idas à praia antes do jogo contra o Congo, que tantas críticas têm merecido em Portugal? Foi estratégia para adaptação às elevadas temperaturas que a selecção enfrenta no continente americano? Ludgero Barroso – Não penso que seja estratégia. Penso que as idas à praia foram mais para confraternização entre jogadores, num ambiente de lazer. O convívio é importante. Litoralgarve – No seu tempo de jogador, também havia deslocações à praia antes dos treinos, em dias de mais calor? Como é que o treinador geria essa e outras situações? Ludgero Barroso – No meu tempo de jogador no GDAL – Grupo Desportivo Amador de Lagos e no Centro de Educação Desportiva de Lagos, não íamos à praia antes dos treinos, nem dos jogos. E na noite anterior aos jogos, o treinador ‘fiscalizava’ os futebolistas nos bares e nas discotecas. Se alguém fosse apanhado nesses estabelecimentos, nem que fosse à porta, ou noutros locais fora das suas residências, já não jogaria. Cabo Verde e Marrocos têm sido as primeiras surpresas nesta fase de grupos Litoralgarve – Qual é o primeiro balanço que faz desta fase final do Campeonato do Mundo de Futebol 2026? Ludgero Barroso – Num primeiro balanço…

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