Depois de, no primeiro trimestre de 2026, ter registado um «crescimento de 25%» e «mais de metade das receitas» co origem mercados internacionais, a Honor anuncia uma mudança.
A empresa apresentou um novo logótipo, que acompanha a «passagem de fabricante tradicional de smartphones para uma companhia dedicada ao desenvolvimento de um ecossistema global de dispositivos com IA». A mudança de identidade acaba por ser a confirmação de uma tendência que já se vinha a acentuar nos últimos tempos: ser uma empresa que não quer ficar apenas conhecida por vender telemóveis.
Um dos elementos desta transformação é o Robot Phone, um conceito que combina as capacidades de um smartphone com inteligência artificial e componentes robóticos, que vimos ao vivo, este ano, em Barcelona. A Honor também prepara o Agentic OS, uma nova geração de sistema operativo criada para permitir que agentes de IA «executem tarefas e coordenem diferentes dispositivos».
Esta estratégia inclui ainda o AiMAGE, um sistema de fotografia computacional que «distribui o processamento de imagem entre o equipamento e a cloud». Nesta área, a marca estabeleceu uma parceria com a Arri, uma fabricante alemã de câmaras e equipamento cinematográfico, com o objectivo de «adaptar ao telemóvel algumas das tecnologias e características visuais associadas ao cinema».
A marca chinesa quer passar de um «conjunto de produtos independentes» para um «ecossistema aberto», no qual telemóveis, computadores, tablets e outros equipamentos «comunicam entre si». Esta orientação faz parte da estratégia ‘Alpha’ e da filosofia ‘Ahi’, apresentadas pela empresa como «bases para o desenvolvimento de dispositivos centrados na relação entre seres humanos e inteligência artificial».
Relativamente à comunicação, a Honor quer aproximar-se do «público mais jovem» através de parcerias com «eventos internacionais e colaborações com marcas ligadas aos brinquedos de design e à cultura urbana». Apesar desta mudança de imagem, o slogan ‘Dare to be’ mantém-se.











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