França tem melhor ataque da Copa; Brasil aparece no top 8


Franceses seguem como favoritos a vencer a Copa

A fase de grupos já indicava que esta Copa do Mundo caminharia para entrar na história como uma das mais ofensivas da era moderna. Foram 215 gols nos primeiros 72 jogos, média de 2,98 por partida, e o ritmo não diminuiu com a chegada do mata-mata. Pelo contrário. As oitavas de final mantiveram a produção elevada e reforçaram o perfil de um torneio marcado por equipes dispostas a atacar, pressionar e criar oportunidades em volume constante.

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No topo dessa lista aparece a França, dona do melhor ataque da competição com 13 gols em quatro partidas. Logo atrás vêm Argentina, Holanda e Alemanha, todas com 11 gols. Entre as seleções que ainda seguem vivas, Estados Unidos, Noruega e Brasil também figuram entre os ataques mais produtivos da competição, mostrando que eficiência ofensiva tem sido um dos principais ingredientes das campanhas de sucesso.

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1. França — 13 gols

A França confirmou em campo o favoritismo que carregava desde antes do início da Copa do Mundo. A equipe de Didier Deschamps combina velocidade, movimentação e talento individual para desmontar sistemas defensivos de diferentes estilos. O grande protagonista é Kylian Mbappé, autor de seis gols, mas o funcionamento coletivo explica por que os franceses lideram o ranking.

Enquanto Mbappé atrai marcações e abre espaços, Ousmane Dembélé já marcou quatro vezes, Doué, Michael Olise e até jogadores que começam no banco, como Barcola, aparecem constantemente nas jogadas decisivas. A distribuição de funções faz com que a equipe não dependa exclusivamente de um único atleta para produzir ofensivamente.

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Olise em ação pela França na Copa do Mundo (Foto: Dan Mullan /Getty Images via AFP)

2. Argentina — 11 gols

A Argentina aparece logo atrás da França, alimentando uma disputa particular entre as finalistas da Copa do Mundo de 2022. Se os franceses espalham a produção ofensiva por vários jogadores, os argentinos continuam organizando praticamente todas as suas ações ao redor de Lionel Messi.

O camisa 10 soma sete gols na competição, lidera a artilharia e ainda ampliou seu recorde como maior goleador da história das Copas do Mundo, chegando a 20 gols. Sempre que acelera o ritmo, a seleção argentina cresce junto, transformando sua capacidade de decisão na principal arma ofensiva do torneio.

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Scaloni conversa com Messi durante jogo entre Argentina e Cabo Verde na Copa do Mundo
Scaloni conversa com Messi durante jogo entre Argentina e Cabo Verde na Copa do Mundo (Foto: Patricia De Melo Moreira/AFP)

3. Holanda — 11 gols

Embora tenha encerrado sua participação nas oitavas de final diante do Marrocos, a Holanda deixa a competição com um dos ataques mais eficientes da primeira metade do torneio.

Grande parte dessa produção nasceu durante a fase de grupos, especialmente na goleada por 5 a 1 sobre a Suécia, resultado que impulsionou a equipe até o topo das estatísticas ofensivas. A eliminação precoce interrompeu uma campanha que, do ponto de vista dos números, mostrava uma seleção bastante produtiva no último terço do campo.

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4. Alemanha — 11 gols

A Alemanha voltou a ultrapassar a fase de grupos pela primeira vez desde 2014, encerrando uma sequência de eliminações precoces que havia marcado os Mundiais de 2018 e 2022. A goleada por 7 a 1 sobre Curaçao inflou os números ofensivos e renovou a confiança da equipe.

O cenário mudou rapidamente nas oitavas, quando o time acabou eliminado pelo Paraguai. A campanha terminou com 11 gols marcados, mas também reforçou a dificuldade alemã em transformar produção ofensiva em consistência competitiva nas partidas decisivas.

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5. Estados Unidos — 10 gols

País-sede da Copa do Mundo, os Estados Unidos têm sido uma das surpresas positivas da competição. Sob o comando de Mauricio Pochettino, a equipe iniciou o torneio goleando o Paraguai por 4 a 1 e manteve um padrão ofensivo consistente ao longo da campanha.

Mesmo na derrota para a Turquia, o ataque norte-americano continuou produzindo oportunidades. Nos demais compromissos, a seleção marcou pelo menos dois gols por jogo, consolidando-se entre os ataques mais eficientes desta edição do Mundial.

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Tillman comemora com seus companheiros o gol marcado pelos Estados Unidos sobre a Bósnia na Copa do Mundo
Tillman comemora com seus companheiros o gol marcado pelos Estados Unidos sobre a Bósnia na Copa do Mundo (Foto: Charlotte Wilson/AFP)

6. Senegal — 10 gols

A campanha de Senegal terminou antes do esperado, mas os números ofensivos permaneceram entre os melhores da competição. A equipe africana chegou aos dez gols em apenas quatro partidas.

A eliminação aconteceu após deixar escapar a vantagem diante da Bélgica, que empatou no fim do tempo regulamentar e garantiu a classificação durante a prorrogação. Ainda assim, o desempenho ofensivo mostrou uma seleção agressiva, capaz de criar oportunidades contra adversários de diferentes níveis.

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7. Noruega — 10 gols

Adversária do Brasil nas oitavas de final, a Noruega construiu sua campanha em torno de um ataque muito eficiente, liderado por Erling Haaland. O centroavante marcou cinco gols e balançou as redes em todas as três partidas que disputou nesta Copa do Mundo.

A única exceção ao bom desempenho ofensivo aconteceu na derrota por 4 a 1 para a França, confronto em que a comissão técnica preservou dez titulares. Nos demais jogos, a seleção norueguesa marcou pelo menos dois gols, confirmando sua capacidade de manter pressão constante sobre as defesas adversárias.

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8. Brasil — 9 gols

Maior artilheiro da história das Copas do Mundo, agora com 241 gols marcados em sua trajetória no torneio, o Brasil começou a competição em ritmo mais discreto. O empate por 1 a 1 contra o Marrocos, na estreia, mostrou uma equipe ainda em processo de adaptação ao trabalho de Carlo Ancelotti.

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Vini Jr finaliza na trave após grande jogada em Brasil x Japão pela Copa do Mundo
Vini Jr finaliza na trave após grande jogada em Brasil x Japão pela Copa do Mundo (Foto: Molly Darlington / AFP)

Com o passar das partidas, a produção ofensiva aumentou, impulsionada principalmente pelo crescimento de Vinícius Júnior. O atacante soma quatro gols em quatro jogos e se transformou na principal referência ofensiva da seleção brasileira, desempenhando papel decisivo na classificação para as oitavas de final.



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