‘Aqui estamos seguros’: Cabo Verde, que pega a Argentina na Copa nesta sexta, é refúgio para a comunidade LGBTQIA+ na África

Leonardo acredita ter “muita sorte de ter nascido em Cabo Verde“, um refúgio de tolerância na África, onde as leis contra a comunidade LGBTQIA+ estão cada vez mais repressivas. Segundo o índice Equaldex, que avalia direitos, leis e opinião pública em todo o mundo, o arquipélago é atualmente o país mais acolhedor da África para a comunidade LGBTQIA+, à frente da África do Sul. Depois de ser o “queridinho” na primeira fase na Copa do Mundo, o país africano enfrentará a Argentina nesta sexta-feira, com grande expectativa para saber qual time vai avançar para a fase de oitavas. — A maquiagem tem um grande poder, e eu adoro quando transformo as pessoas, ou quando me transformo — diz este maquiador profissional de 29 anos à AFP com um sorriso enquanto dá os retoques finais no visual de uma cantora para um videoclipe. — É uma paixão minha desde pequeno; sempre fui fascinado pela feminilidade. “Léo”, como é conhecido, vive em Mindelo, a segunda maior cidade do arquipélago, na ilha cabo-verdiana de São Vicente, onde pode viver livremente sua homossexualidade. Ele reconhece prontamente que tem “muita sorte de ter nascido em Cabo Verde”. — Aqui estamos mais seguros do que em muitos outros países — afirma. Source link

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Às vésperas de confronto contra Argentina, Fifa aponta Cabo Verde como exemplo para o futebol africano após campanha histórica na Copa

A histórica campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026 ganhou reconhecimento da própria FIFA. A entidade classificou a federação do país como um modelo para o desenvolvimento do futebol africano e atribuiu a evolução da seleção ao impacto dos investimentos realizados por meio do programa FIFA Forward, criado em 2016. Em entrevista ao jornal moçambicano Desafio, o diretor regional da Fifa para a África, Gelson Fernandes, afirmou que o arquipélago se tornou um exemplo para outras federações do continente. — O apoio da FIFA tem sido, e continua a ser, essencial para Cabo Verde, para a sua federação e para o desenvolvimento mais amplo do futebol no país. A Federação Cabo-verdiana de Futebol é um exemplo a seguir, mesmo enfrentando desafios logísticos e estruturais próprios de um país insular — afirmou. Desde o lançamento do programa FIFA Forward, Cabo Verde recebeu recursos para 17 projetos de infraestrutura e desenvolvimento esportivo. Entre eles estão a instalação de três campos com gramado sintético no município de Santa Cruz, na ilha de Santiago, e a modernização do Estádio Adérito Sena, em São Vicente, além de investimentos voltados para categorias de base, arbitragem, formação de dirigentes e gestão esportiva. Segundo Fernandes, a parceria entre a Fifa e a Federação Cabo-verdiana de Futebol permitiu criar melhores condições para a prática da modalidade em todas as ilhas, ampliando o número de competições e fortalecendo o processo de formação de atletas. A entidade também destacou a participação da seleção cabo-verdiana na FIFA Series, torneio amistoso criado para proporcionar confrontos entre equipes de diferentes confederações. Para a Fifa, a experiência ajudou a elevar o nível competitivo da equipe antes da disputa do Mundial. O reconhecimento acontece durante a melhor campanha da história de Cabo Verde em Copas do Mundo. Estreante na competição, a seleção surpreendeu ao avançar para a fase de mata-mata e enfrentará a Argentina nesta sexta-feira em busca de uma vaga nas oitavas de final. O desempenho também foi citado por Gelson Fernandes como reflexo do crescimento do futebol africano, que teve diversas seleções competitivas na edição de 2026. Source link

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Argentina tem o maior valor de mercado nos jogos de hoje da Copa do Mundo 2026 | Empresas

A nova fase de 16-avos da Copa do Mundo de 2026 se encerra nesta sexta-feira (3). O vigésimo segundo dia do torneio conta com três confrontos que definirão os últimos classificados às oitavas. A programação começa às 15h (horário de Brasília) com Austrália x Egito, segue com Argentina x Cabo Verde às 19h, e Colômbia x Gana fecham a rodada, em busca da última vaga na próxima fase. O principal destaque do dia é a Argentina, que chega ao mata-mata com 100% de aproveitamento na fase de grupos e um elenco avaliado em 807,5 milhões de euros (R$ 4,74 bilhões). Os dados do Transfermarkt mostram os valores de mercado das seleções e os jogadores mais valiosos de cada equipe. Abrindo a programação desta sexta-feira, às 15h (horário de Brasília), Austrália e Egito se enfrentam no AT&T Stadium, em Dallas. As duas seleções avançaram como segundas colocadas de seus grupos e disputam a última vaga nas oitavas de final. O Egito possui um elenco avaliado em 116,48 milhões de euros (R$ 683,7 milhões). Os principais ativos são Omar Marmoush, do Manchester City, avaliado em 50 milhões de euros (R$ 293,5 milhões), Mohamed Salah, que atualmente está sem clube após o fim de seu contrato com o Liverpool, estimado em 22 milhões de euros (R$ 129,1 milhões), e Trezeguet, do Al Ahly, com valor de mercado de 4,5 milhões de euros (R$ 26,4 milhões). A Austrália chega ao confronto com um plantel estimado em 77,45 milhões de euros (R$ 454,6 milhões). Os jogadores mais valiosos são Alessandro Circati, do Parma, e Jordan Bos, do Westerlo, ambos avaliados em 12 milhões de euros (R$ 70,4 milhões), além do meio-campista Cristian Volpato, do Sassuolo, estimado em 10 milhões de euros (R$ 58,7 milhões). Às 19h (horário de Brasília), Argentina e Cabo Verde se enfrentam no Hard Rock Stadium, em Miami. A Argentina chega como favorita após liderar seu grupo com três vitórias, nove pontos e oito gols marcados. O elenco argentino é avaliado em 807,5 milhões de euros (R$ 4,74 bilhões). Os principais ativos são Julián Álvarez, do Atlético de Madrid, avaliado em 100 milhões de euros (R$ 587 milhões), Enzo Fernández, do Chelsea, estimado em 90 milhões de euros (R$ 528,3 milhões), e Lautaro Martínez, da Inter de Milão, com valor de mercado de 85 milhões de euros (R$ 498,9 milhões). Cabo Verde é uma das maiores surpresas da fase de grupos e garantiu vaga na fase eliminatória após empatar seus três compromissos na fase de grupos, contra Espanha, Uruguai e Arábia Saudita. O elenco é avaliado em 54,5 milhões de euros (R$ 319,9 milhões). Os jogadores mais valiosos são Logan Costa, do Villarreal, avaliado em 15 milhões de euros (R$ 88 milhões), Wagner Pina, do Trabzonspor, estimado em 11 milhões de euros (R$ 64,5 milhões), e Kevin Pina, do Krasnodar, avaliado em 5 milhões de euros (R$ 29,3 milhões). Por fim, às 22h30h (horário de Brasília), Colômbia e Gana entram em campo no Arrowhead Stadium, em Kansas City. A Colômbia avançou invicta ao mata-mata após vencer República Democrática do Congo e Uzbequistão e empatar com Portugal. O elenco colombiano está avaliado em 302,35 milhões de euros (R$ 1,77 bilhão). Os destaques são Luis Díaz, do Liverpool, avaliado em 70 milhões de euros (R$ 410,9 milhões), Luis Suárez, centroavante do Sporting, estimado em 30 milhões de euros (R$ 176,1 milhões), e Richard Ríos, do Benfica, com valor de mercado de 25 milhões de euros (R$ 146,8 milhões). Gana avançou como terceira colocada de seu grupo e chega ao confronto com um plantel avaliado em 234,35 milhões de euros (R$ 1,38 bilhão). Os principais nomes são Antoine Semenyo, do Manchester City, avaliado em 80 milhões de euros (R$ 469,6 milhões), Abdul Fatawu, ponta direita do Leicester City, estimado em 20 milhões de euros (R$ 117,4 milhões), e Kamaldeen Sulemana, do Atalanta, avaliado em 17 milhões de euros (R$ 99,8 milhões). *Estagiário sob supervisão de Diogo Max Source link

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Veja quem são os jogadores mais bem pagos da Seleção Brasileira para a Copa 2026

A atual geração da Seleção Brasileira reúne alguns dos atletas mais valorizados financeiramente do futebol mundial. Convocados para a Copa do Mundo FIFA 2026, vários jogadores atuam em clubes europeus e do Oriente Médio com salários milionários, consolidando o Brasil entre as seleções mais “caras” do torneio. Levantamento divulgado pela Forbes Brasil mostra que o atacante Vinícius Júnior lidera a lista dos brasileiros mais bem pagos da Seleção. O jogador do Real Madrid recebe cerca de R$ 146 milhões por ano em salários. Logo atrás aparece Casemiro, atualmente no Manchester United, com vencimentos anuais superiores a R$ 122 milhões.  A lista também destaca o crescimento financeiro de atletas que atuam em ligas emergentes, especialmente no futebol saudita. Jogadores como Fabinho e Ibañez aparecem entre os mais bem remunerados da equipe brasileira graças aos contratos milionários assinados no Oriente Médio.  Outro dado que chamou atenção foi a ausência de Neymar entre os dez maiores salários da Seleção, mesmo com a convocação do atacante para o Mundial. Segundo a publicação, os valores considerados envolvem principalmente os salários pagos pelos clubes atualmente defendidos pelos jogadores, sem incluir patrimônio acumulado ou receitas publicitárias fora de campo.  A convocação feita pelo técnico Carlo Ancelotti reúne atletas espalhados pelas principais ligas do mundo. Clubes da Inglaterra, Espanha, França e Arábia Saudita concentram boa parte dos maiores vencimentos da equipe brasileira, refletindo o peso internacional da Seleção antes da Copa de 2026.  Confira os jogadores da Seleção Brasileira mais bem pagos atualmente, segundo a Forbes Brasil: 1º – Vinícius Júnior (Real Madrid) — R$ 146,2 milhões por ano 2º – Casemiro (Manchester United) — R$ 122,6 milhões por ano 3º- Raphinha (Barcelona) — R$ 97,5 milhões por ano 4º – Ederson (Fenerbahçe) — R$ 92,4 milhões por ano 5º – Fabinho (Al-Ittihad) — R$ 81,9 milhões por ano 6º – Marquinhos (Paris Saint-Germain) — R$ 78,6 milhões por ano 7º – Gabriel Martinelli (Arsenal) — R$ 63 milhões por ano 8º – Matheus Cunha (Manchester United) — R$ 63 milhões por ano 9º – Ibañez (Al-Ahli) — R$ 57,2 milhões por ano 10º – Bruno Guimarães (Newcastle) — R$ 56 milhões por ano Source link

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Muito antes da Copa do Mundo

Muito antes de Cabo Verde escrever uma das páginas mais marcantes da sua história desportiva com a qualificação para o Campeonato do Mundo de 2026, dois filhos da diáspora cabo-verdiana já levavam o nome do arquipélago aos grandes palcos do futebol sul-americano. José Manuel Ramos Delgado e Alberto Britos nasceram na Argentina, filhos de emigrantes cabo-verdianos, e construíram carreiras de enorme prestígio em clubes históricos da Argentina, do Brasil e da Colômbia. As biografias que se seguem fazem parte do livro Os Primeiros Embaixadores de Cabo Verde no Futebol, da autoria de Mário Rui Alfama Pais, em fase de edição. Ramos Delgado O cabo-verdiano que foi capitão da Argentina e colega de Pelé José Manuel Ramos Delgado nasceu em Quilmes, Buenos Aires, a 26 de Agosto de 1935, filho de um emigrante de São Vicente. Depois de se destacar no Lanús, transferiu-se para o River Plate, onde se afirmou como um dos melhores defesas da Argentina, distinguindo-se pela elegância, inteligência tática e capacidade de liderança. Estreou-se pela selecção argentina no dia 20 de Abril de 1958 frente ao Paraguai. Como era típico nos países latino-americanos, a alcunha de Ramos Delgado era “El Negro”, visto que era claramente um indivíduo mulato. O pai, Faustino (oriundo de São Vicente) cresceu no Bairro La Colonia, em Quilmes, cidade que fica localizada a 16 km a Sul de Buenos Aires. Ali, ficou entregue aos cuidados de uma conceituada e enraizada família do bairro que dava pelo nome de Feo e foi aí que também conheceu e casou com uma jovem siciliana. José Manuel recebeu do pai o sobrenome Ramos, e Delgado da mãe, Maura Scialabba Delgado, nascida na Sicília, em Itália. Conhecido no seu bairro por “Tatún”, Ramos Delgado começou a jogar futebol aos 6 anos com outros miúdos do bairro, mas a sua grande e verdadeira paixão era o basquetebol. Ramos Delgado poderia ter começado a carreira no River Plate, mas não foi aprovado pelos responsáveis técnicos nos testes que lá fez, porque recusou ser colocado a defesa esquerdo visto que nessa altura considerava que a posição onde melhor poderia dar nas vistas era no meio-campo. Dado que no River Plate dos anos 40 já havia brilhado um médio (ou volante), chamado José Ramos, também ele curiosamente nascido em Quilmes, Ramos Delgado talvez para se diferenciar dele, usou os dois sobrenomes – algo não muito comum no futebol argentino. Em 1956, quando finalmente se estreou na equipa principal do “granate”, estava a prestar o serviço militar. Ramos Delgado é o segundo de pé da esquerda para a direita da foto. Internacional em 25 ocasiões, participou nos Campeonatos do Mundo de 1958 e 1962 e tornou-se o primeiro jogador negro a capitanear oficialmente a selecção argentina e o River Plate. Entre 1964 e 1965, “El Negro” tornou-se titular absoluto da “Albiceleste” e foi o capitão da equipa que ganhou a Copa das Nações de 1964 disputada no Brasil, superando Portugal, Brasil e Inglaterra. Ramos Delgado é o segundo de pé da direita para a esquerda. Em 1967 iniciou uma nova etapa no Santos para substituir Mauro Ramos. Recomendado por Pelé, Gilmar e Carlos Alberto Torres, rapidamente conquistou o seu lugar numa das maiores equipas da história do futebol. Entre 1967 e 1972 disputou mais de trezentos jogos, conquistou três Campeonatos Paulistas, o Campeonato Brasileiro de 1968, a Recopa Sul-Americana e a Recopa Mundial, sendo também capitão da equipa durante vários anos. A amizade com Pelé ultrapassou os relvados: o “Rei” do futebol chegou a ser padrinho de uma das suas filhas. Depois de terminar a carreira como jogador, Ramos Delgado dedicou-se ao treino e à formação de jovens atletas. Faleceu em 2010, deixando um legado que o coloca entre os maiores defesas da história do futebol sul-americano e como um dos primeiros grandes nomes da diáspora cabo-verdiana no desporto mundial. Alberto Britos O filho de emigrantes cabo-verdianos que se tornou ídolo do Independiente Alberto Arcángel Britos Ramos nasceu em Avellaneda, Buenos Aires, a 25 de Março de 1931. Filho de Joaquim Britos e Rosa Ramos, emigrantes cabo-verdianos, cresceu numa comunidade fortemente ligada ao associativismo da diáspora, da qual o pai foi um dos dinamizadores. A emigração cabo-verdiana para esse país sul-americano aumentou drasticamente a partir dos anos 20 do século passado e prosseguiu até à Segunda Guerra Mundial, sendo que os períodos de maior actividade foram entre 1927 e 1933, e depois em 1946. Alberto foi o oitavo dos dez filhos do casal, formado por seis rapazes e quatro raparigas. Alberto Britos é um filho típico da diáspora cabo-verdiana. Alberto Britos, como passou a ser conhecido no mundo do futebol, é considerado um dos grandes ídolos do Independiente mesmo sem ter ganho qualquer título no clube de Avellaneda. Depois de passar pelas camadas jovens do Racing, ingressou no Independiente, onde se estreou como profissional em 1952. Defesa versátil, capaz de actuar no centro ou na lateral direita, rapidamente conquistou a titularidade e tornou-se uma das figuras da equipa durante toda a década de 1950. Alberto Britos é o terceiro de pé da direita para a esquerda. Entre 1952 e 1959 realizou 156 jogos oficiais pelos “Diablos Rojos”, integrando equipas que disputaram os primeiros lugares do campeonato argentino e partilhando o balneário com algumas das maiores figuras do futebol do país, como Rodolfo Michelli, Ernesto Grillo, Carlos Cecconato e os irmãos Emilio e José Varacka. Em 1960 transferiu-se para o América de Cali, por indicação do lendário Adolfo Pedernera. Na Colômbia ajudou o clube a alcançar, pela primeira vez, o segundo lugar no campeonato nacional. Regressou depois à Argentina para representar o Estudiantes de La Plata, encerrando aí a carreira. Embora menos conhecido internacionalmente do que Ramos Delgado, Alberto Britos foi igualmente um pioneiro. A sua carreira confirma a importante presença dos descendentes de cabo-verdianos no futebol argentino e faz dele um dos primeiros embaixadores de Cabo Verde nos relvados da América do Sul. Source link

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Os seis confrontos das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 foram divulgados.

A Copa do Mundo de 2026 já definiu 6 dos 8 confrontos das oitavas de final, após Portugal superar a Croácia em uma partida emocionante. A equipe de Roberto Martínez venceu a Croácia por 2 a 1, garantindo sua vaga na próxima fase e criando um dos confrontos mais aguardados: Portugal x Espanha . Este é considerado um duelo imperdível entre duas das principais seleções da Europa. Cristiano Ronaldo marca seu primeiro gol nas oitavas de final da Copa do Mundo – Foto: ESPN A Espanha já havia demonstrado sua força com uma vitória por 3 a 0 sobre a Áustria. Enquanto isso, Portugal enfrentaria um jogo muito mais difícil contra a Croácia, uma equipe com considerável experiência e habilidade para pressionar em partidas eliminatórias. Além do jogo entre Portugal e Espanha, as oitavas de final também contam com outros confrontos importantes. O Canadá enfrentará o Marrocos, após eliminar a África do Sul e a Holanda. O Marrocos continuou demonstrando sua força na Copa do Mundo ao eliminar a Holanda nos pênaltis. O Paraguai, que surpreendeu ao vencer a Alemanha nos pênaltis, enfrentará a França. O Brasil jogará contra a Noruega, após suas vitórias por 2 a 1 contra o Japão e a Costa do Marfim. Em outra chave, o México enfrentará a Inglaterra, enquanto os anfitriões, os Estados Unidos, jogarão contra a Bélgica. Os dois confrontos restantes das oitavas de final serão definidos após as três partidas restantes dessa fase, que incluem seleções como Argentina, Colômbia, Suíça e Egito. Calendário da Copa do Mundo de 2026 – Oitavas de Final DIA HORA CORRESPONDER CANAL AO VIVO 05/07 00:00 Canadá x Marrocos VTV3, VTV6 05/07 04:00 Paraguai x França VTV3, VTV6 06/07 03:00 Brasil x Noruega VTV3, VTV6 06/07 07:00 México x Inglaterra VTV3, VTV6 07/07 02:00 Espanha x Portugal VTV3, VTV6 07/07 07:00 Bélgica x EUA VTV3, VTV6 07/07 23:00 Austrália/Egito x Argentina/Cabo Verde VTV3, VTV6 8 de julho 03:00 Suíça x Colômbia/Gana VTV3, VTV6 Vídeo: Inglaterra 2-1 República Democrática do Congo (fonte: VTV) Fonte: https://vietnamnet.vn/xac-dinh-6-cap-dau-vong-1-8-world-cup-2026-2532147.html Source link

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Como um microchip na bola salvou a Copa de Cristiano Ronaldo

A última Copa do Mundo de Cristiano Ronaldo esteve a segundos de terminar. Aos 41 anos, o craque português já acompanhava do banco de reservas o empate da Croácia nos acréscimos da prorrogação, resultado que levaria o duelo para uma disputa por pênaltis. Mas um detalhe invisível aos olhos humanos — e captado por um microchip instalado dentro da bola oficial do torneio — mudou completamente o destino da partida. Após longa revisão do VAR, o gol marcado por Josko Gvardiol foi anulado por impedimento. O motivo foi um toque quase imperceptível de Igor Matanovic na bola durante a construção da jogada. Sem essa tecnologia, dificilmente seria possível comprovar o contato, praticamente impossível de ser identificado pelas imagens de televisão. O lance aconteceu aos 13 minutos dos acréscimos. Ivan Perisic cruzou para a área, Matanovic tentou alcançar a bola e, na sequência, Mario Pasalic escorou para Gvardiol empurrar para as redes. A comemoração croata durou vários minutos, enquanto Cristiano Ronaldo observava apreensivo no banco, já substituído por Roberto Martínez. A dúvida era simples, mas decisiva: Matanovic havia tocado na bola? Se não tivesse, Pasalic estaria em posição legal. Caso houvesse qualquer contato, por menor que fosse, o meia estaria impedido no momento do toque do companheiro, invalidando toda a jogada. Foi então que entrou em ação a chamada Connected Ball Technology, sistema desenvolvido pela Adidas em parceria com a Kinexon. A bola oficial Trionda possui um sensor de movimento instalado em seu interior, capaz de registrar centenas de leituras por segundo e identificar precisamente cada contato realizado pelos jogadores. Os dados são enviados em tempo real para a cabine do VAR e aparecem na transmissão em um gráfico semelhante ao “Snickometer”, tecnologia popularizada no críquete para detectar leves toques entre bola e taco. O sensor registrou um pequeno pico exatamente no instante em que Matanovic tentou cabecear a bola. A partir dessa confirmação, o VAR cruzou a informação com o sistema de impedimento semiautomático e concluiu que Pasalic estava à frente da linha defensiva portuguesa quando ocorreu o toque. O árbitro norueguês Espen Eskas anulou o gol, decretando a eliminação croata. A decisão provocou revolta imediata dos jogadores e do técnico Zlatko Dalic, que voltou a criticar o uso do VAR. — O VAR mata as emoções, mata tudo dentro de você. Fomos longe demais com essa tecnologia — afirmou o treinador após a partida. Do outro lado, Roberto Martínez saiu em defesa da arbitragem e destacou justamente o papel da tecnologia. — Não houve decisão errada nem decisão de sorte. As bolas agora têm um chip e o sensor mostrou que a bola foi tocada. Foi um lance claro — declarou o treinador português. Source link

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A Copa do Mundo de Esports 2026 começou: Here são os resultados de abertura do torneio Valorant

Embora a Copa do Mundo de Esports realmente comece na próxima semana, quando o festival parisiense começar a oferecer torneios e ação semanais por cerca de sete semanas seguidas, um dos 20+ eventos a serem apresentados já está em andamento, já que o torneio Valorant já começou. Até agora, a partida de grupos está em andamento, com cada uma das equipes dos Grupos A e B já participando de uma partida cada, destacando quatro resultados até ontem. No Grupo A, 100 Thieves derrotou Rex Regum Qeon por 2-0, antes de BBL Esports eliminar EDward Gaming de forma 2-1. No Grupo B, Team Vitality derrotou Karmine Corp por 2-0, enquanto NRG superou Paper Rex no resultado de 2-1. O formato da fase de grupos significa que, se uma equipe vencer duas vezes em seu respectivo grupo, ela se classificará para os playoffs. Da mesma forma, duas derrotas levam à eliminação, então cada grupo acabará determinando duas seleções de playoff e duas organizações eliminadas também. Olhando para os confrontos de hoje (3 de julho), podemos esperar que os seguintes jogos sejam oferecidos. Grupo A: Gentle Mates vs. XLG Esports às 14:45 BST/15:45 CEST Nongshim RedForce vs. G2 Esports às 14:45 BST/15:45 CEST Grupo B: MiBR.LOS vs. Global Esports às 12:00 BST/13:00 CEST AG. AL Internacional vs. Team Heretics às 12:00 BST/13:00 CEST Source link

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Os reis do Mundial: Quem tem mais golos e assistências?

Com uma ou duas exceções notáveis, os melhores futebolistas ofensivos da história já brilharam no palco do Mundial. Mas quem detém o maior número de golos e assistências no principal torneio internacional da FIFA? Contribuições decisivas no último terço são das tarefas mais difíceis no futebol, servindo muitas vezes como principal medida da qualidade de um avançado. Ao nível do Mundial, ultrapassar defesas de elite é tão complicado que um único golo ou assistência pode definir uma carreira. Enquanto os registos de golos sempre foram acompanhados com rigor, os dados de assistências são um foco mais recente, refletindo uma valorização crescente da criatividade de médios e extremos que gerações anteriores frequentemente descuraram. Ao contrário dos golos, as estatísticas de assistências são frequentemente afetadas por subjetividade e critérios variáveis. Como não existe uma definição universal do que é uma assistência — por exemplo, se ganhar um penálti ou fazer um passe simples antes de uma arrancada individual deve contar —, os números variam consoante as fontes. Assim, embora estes registos ofereçam uma visão importante sobre o impacto criativo de um jogador, devem ser interpretados tendo em conta os critérios específicos de cada compilador. Golos e assistências no Mundial Depois de contextualizarmos os números, podemos agora avançar para a nossa análise. Nas notas abaixo, revemos os jogadores que somaram mais golos e assistências na história do Mundial. Mais golos 1.    Lionel Messi (Argentina)*: 19 golos / 29 jogos 2.    Kylian Mbappé (França): 18 golos / 18 jogos 3.    Miroslav Klose (Alemanha): 16 golos / 24 jogos 4.    Ronaldo (Brasil): 15 golos / 19 jogos 5.    Gerd Müller (Alemanha): 14 golos / 13 jogos 6.    Just Fontaine (França): 13 golos / 6 jogos 6.    Harry Kane (Inglaterra): 13 golos/18 jogos Mais assistências 1.    Lionel Messi (Argentina)*: 8 assistências / 29 jogos 2.    Diego Maradona (Argentina): 8 assistências / 21 jogos 3.    Pierre Littbarski (Alemanha Ocidental): 7 assistências / 18 jogos 4.    Grzegorz Lato (Polónia): 7 assistências / 20 jogos 5.    Vários jogadores com 6 assistências: Francesco Totti (Itália): 11 jogos, David Beckham (Inglaterra): 13 jogos, Pelé (Brasil): 14 jogos, Thomas Hässler (Alemanha): 14 jogos, Thomas Müller (Alemanha): 14 jogos *Detém também o recorde de mais assistências na história do Mundial. Goleadores letais Vamos analisar mais de perto os principais artilheiros do Mundial. Lionel Messi (19 golos) Lionel Messi, frequentemente considerado o melhor de sempre, iniciou a sua caminhada no Mundial em 2006 como o mais jovem marcador da Argentina. Após um surpreendente jejum de golos em 2010, regressou em força em 2014, marcando quatro vezes na fase de grupos e conduzindo a sua seleção à final. Apesar do título lhe ter escapado então e de uma eliminação difícil em 2018, esses momentos prepararam o caminho para uma redenção lendária. No Catar-2022, um Messi “possuído” alcançou finalmente a imortalidade. Marcou sete golos ao longo do torneio, incluindo dois na final para responder ao hat-trick de Kylian Mbappé. Ao converter o seu penálti no desempate e levantar o troféu, Messi dissipou quaisquer dúvidas remanescentes sobre o seu legado, consolidando-se como herói nacional e ícone global. Longe de estar satisfeito, o número 10 da Argentina começou o Mundial-2026 com um hat-trick, levando a sua equipa a uma estreia de sucesso e deslumbrante. Na segunda jornada, o camisola 10 voltou a fazer o gosto ao pé diante da Áustria com um bis e ultrapassou Miroslav Klose como o melhor marcador da história dos Mundiais, tendo precisado de quatro jogos a mais que o alemão para o fazer. Apesar de descansar frente à Jordânia, fez o 19.º golo ao sair do banco e faturou pela sétima partida consecutiva. Miroslav Klose (16 golos) Miroslav Klose, o melhor marcador da história do Mundial, foi um finalizador exímio e o grande talismã da Alemanha. Deu nas vistas em 2002 com um hat-trick na estreia frente à Arábia Saudita, conquistando a Bota de Prata com cinco golos de cabeça. Em 2006, Klose garantiu a Bota de Ouro em casa ao marcar cinco vezes, incluindo um golo crucial frente à Argentina, embora o percurso alemão tenha terminado de forma agridoce nas meias-finais diante da Itália. Klose manteve o domínio em 2010, com quatro golos na África do Sul, apesar de uma suspensão a meio do torneio. A sua carreira lendária atingiu o auge em 2014, quando marcou mais dois golos e se tornou o melhor marcador de sempre do torneio, com 16 golos. Esta última campanha culminou na glória máxima, ao ajudar a Alemanha a levantar o troféu no Maracanã, selando de forma perfeita o seu legado como avançado de classe mundial. Kylian Mbappé (16 golos) Kylian Mbappé afirmou-se como um dos maiores avançados da história dos Mundiais ao marcar 15 golos em tempo recorde. Depois de surgir em força em 2018 com 4 golos (incluindo um na final), explodiu no Catar em 2022 com 8 golos. Coroado o melhor marcador do torneio, tornou-se o primeiro jogador da história a marcar quatro golos numa final de um Campeonato do Mundo. Insaciável, o avançado começou a edição de 2026 com a mira colocada no topo. No primeiro jogo, bisou diante do Senegal para ultrapassar o lendário Just Fontaine (13 golos) para se tornar no melhor marcador francês na história do torneio. Na segunda jornada, voltou a marcar por duas vezes para ultrapassar o fenómeno no pódio e chegar a um número impressionante: tem 16 golos em 16 jogos na fase final.  Com apenas 27 anos, já morde os calcanhares a Messi (18 golos). Ronaldo (15 golos) Ronaldo Nazário, famoso pela sua velocidade explosiva e técnica sublime, continua a ser um dos maiores ícones do futebol. Depois de integrar o plantel do Brasil campeão em 1994, tornou-se figura central em 1998, marcando golos decisivos frente a Marrocos e Chile. Na meia-final frente aos Países Baixos, abriu o marcador e converteu o primeiro penálti no desempate, conduzindo a Seleção à segunda final consecutiva. A campanha de 2002 foi a sua obra-prima, com oito…

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Adversárias no mata-mata, Colômbia e Gana já viveram dramas parecidos em Copas passadas; entenda

Frente a frente no duelo que encerra a inédita fase de 16 avos da Copa do Mundo de 2026, Gana e Colômbia entram em campo no Kansas City Stadium com um fantasma em comum: eliminação nas quartas de final do mundial. Ambas tiveram gerações promissoras que acabaram esbarrando nos momentos mais agudos do torneio, e vão para o confronto com personagens que carregam as chagas de equipes que lutam por fazer história novamente na competição. Do lado dos africanos, a Copa do Mundo de 2010, disputada em seu continente, foi uma marca dolorida para uma geração de ganenses, que viam uma seleção da África muito próxima de alcançar as semifinais pela primeira vez na história. Pelo caminho, nas quartas, estava o Uruguai, já consagrado na história e que buscava retomar as glórias dos anos passados. De geração para geração Ainda no primeiro tempo, Gana conseguiu alcançar seu gol de abertura do placar com Sulley Muntari. O drama, porém, viria mais a frente com o empate de Diego Forlán, ainda no início do segundo tempo. Nos últimos minutos de jogo, o polêmico lance de Luis Suárez, com uma “defesa” com as mãos, gerou um pênalti perfeito para os ganenses, que tinham a bola do jogo nas mãos. Apesar de tudo, Asamoah Gyan desperdiçou a oportunidade, que posteriormente levaria a uma amarga eliminação de Gana na disputa de pênaltis após a prorrogação. Naquele jogo, quem assistia a grande chance de Gana escorrer pelas mãos era o ainda jovem atacante André Ayew, que era um dos destaques do país e se firmaria na história do país nos anos seguintes. Hoje, na edição de 2026, Jordan Ayew carrega o sobrenome e um pouco das cicatrizes do irmão, que vivenciou a formação de um das mais amargas derrotas da seleção africana. Colombianos vivem a dor quatro anos depois Dor parecida foi vivida pelo meia e camisa 10 da Colômbia, James Rodriguez, que viu a seleção da qual era astro em 2014 ser eliminada pelo Brasil, também nas quartas de final daquele mundial. James explodia para o mundo em meio a uma Copa que acontecia na América do Sul após anos sem sedes no continente. A seleção brasileira tinha o 2×0 no placar até os 80 minutos, quando o próprio James Rodriguez — na época no Real Madrid — deixou tudo empatado após gol de pênalti. A pressão colombiana seria intensa nos minutos seguintes, com diversas oportunidades que chegaram próximas de deixar o placar empatado e deixar os colombianos próximos a uma ida para as semifinais. No fim, o placar seguiu favorável aos brasileiros, que seguiram no torneio. Nos fantasmas de Gana e Colômbia, 16 anos se passaram no total, e dois personagens de ambas as seleções que se conectam ao passado vão ao gramado com vestígios de momentos em que os dois países lutaram por mais. Em fase inédita do torneio, colombianos e ganenses ainda precisam de um bom caminho até uma nova chance de exorcizar as quartas, e colocam sonhos de quem jogou — e ainda joga — até o apito final. Source link

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